sábado, 30 de março de 2013

Estou apaixonado

    É então, acontece né.... conheci um cara com quem me identifico um pouco, estou sempre rindo com ele e com as coisas que eu e ele falamos, espero um dia poder chamo-lo de Amor ^^

 
Mesmo com todo esse amor, ainda existem pessoas que abominam-nos...

Boa Noite Genro!


– Quero apenas a felicidade pai! 
– Não aceito um filho gay. Prefiro sua morte a isso. 
– Então morrerei – Despediu-se com lágrimas de dor. 
Assim foi o último diálogo que tive com meu filho Felipe. Ele tinha 18 anos quando veio com a história de que estava namorando. Fiquei feliz. Muito mesmo. Mas quando soube que ele trocava caricias com um homem, agi como um cão em fúria. Esgoelei, ofendi e o deixei escapar do meu amor. 
Felipe era muito inteligente. Lia de tudo. Era muito conhecido na cidade por ser caridoso, alegre, gentil. Escrevia e recitava poemas em teatros, escolas. Eu sempre desconfiei o fato de que ele só escrevesse. Não namorava, tampouco participava de jogos de futebol. Isolava-se entre o computador e a escola. Tinha apenas uma amiga, Jane, uma sapatão que vivia de mãos dadas com garotas do bairro.
Às vezes meu Felipe era voluntário na arte de fazer sorrir. Bastava pintar o rosto e colocar um nariz de palhaço e estava pronto para incendiar o hospital de câncer da cidade com gargalhadas. As criancinhas o adoravam. Eu vislumbrava sua felicidade de longe. Achava tudo aquilo estranho para um homem de verdade, mas entreguei-me ao orgulho de tê-lo como filho.
Fabricia, mãe de Felipe, nos deixou quando o garoto estava com cinco aninhos. Ela saia de casa quando escorregou e bateu a cabeça no meio fio. Morreu, após ficar por alguns dias no hospital. Felipe sofreu a perda da mãe de tal forma que escrevera um livro em homenagem a ela – esse jamais saiu dos arquivos do computador. 
Os anos iam passando e eu sempre achei estranho o Felipe não ter se dedicado a nada daquilo que os garotões faziam. Embebedar-se, pegar o carro e sair com garotas. Ele sempre estava reservado no quarto escuro e oco. Muitas vezes o disse que seu quarto não fazia jus ao que ele era. O cômodo sempre escuro não transmitia a felicidade daquele bobo alegre. No Ambiente entristecedor, saiam textos tristes e gritantes.
Dia 15 de janeiro, estávamos postos ao jantar. Esmeralda, nossa empregada trazia uma lasanha feita exclusivamente ao Felipe. Aquele era seu prato favorito. Ele me chamou à atenção pelo olhar descontrolado. 
– O que foi Felipe? 
– Vou te confidenciar uma coisa. 
– Pois então fale.
Silêncio. 
– Vamos você está me deixando apreensivo Felipe.
Eu já imaginava o que ele me contaria. Minhas mãos minavam um liquido gelado e anunciador do nervosismo. Meu sangue desaparecia, meu coração corroia-se em dor.
Felipe me contou. O desestimulei a viver. Disse que preferiria vê-lo estrebuchado numa longa caixa de madeira envernizada, do que ter um filho agarrado encima do meu sofá com outro homem. 
48 horas depois daquela conversa, estávamos eu e toda minha família, seus amigos, e até um garoto bonito e forte com pinta de bicha, deixando o cemitério, e ali, Felipe, ficava ao lado da mãe. 
Na noite de nossa conversa, meu filho pegou seu carro, e em alta velocidade bateu contra a mureta de proteção de um viaduto. O carro caiu do outro lado, e um caminhão de meia tonelada arrastou o automóvel, deixando tanto o carro quanto o corpo do Felipe irreconhecível.
Hoje sinto muito a perda do Felipe. Preferiria dar boa noite todos os dias para meu genro, do que dar um adeus ao meu filho.
via:G'assanhadinho

segunda-feira, 25 de março de 2013

Chega de homofobia

             Ja faz um tempo q não escrevo aqui, mas hj me deu vontade então tô de volta, vamos ao papo.
     esse pastor silas malafáia te me deixado muito pra baixo ultimamente, esse cara é um completo idiota que toma a opinião dele como verdade absoluta, sem respeitar a "opinião dos outros, será que se pudessemos escolher ser héteros e não ser discriminado, por que não escolheriamos isso? Mas acontece que ser gay não é uma escolha isso todo o gay sabe, mas o pastor nem quer saber.
     Ao invés de pregar pela liberdade de escolha, prosperiadade, e flicidade, por que os religiosos se incomodam tanto com os gays? por que eles nos criticam tanto, e usam o nome de Deus pra espalhar esse ódio. A única coisa que me resta é esperança de que um dia tudo isso irá mudar, e viveremos num mundo onde dizer: "mãe pai eu sou gay" não seja algo tão complicado e constrangedor, um mundo onde todos se amam como o próximo, algo que realmente está no plano de Deus não no plano da religião, não no plado a homofobia. por isso, lutemos pelos nossos direitos.Abraço.